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Acreano que vive há 10 anos com doença renal aguarda transplante do irmão: ‘Anos de luta’

Destaques 27/09/2026 às 10:00
Acreano que vive há 10 anos com doença renal aguarda transplante do irmão: ‘Anos de luta’
]]> Acreano que vive há mais de 10 anos com doença renal aguarda possível transplante do irmão Há mais de dez anos, a rotina do cinegrafista acreano Albanir Sampaio Pereira, de 42 anos, passou a ser marcada por consultas, exames e sessões de hemodiálise. Diagnosticado com nefropatia por IGA, doença renal crônica, ele viu os rins perderem gradualmente a capacidade de funcionar e precisou adaptar a vida ao tratamento. Após 5 anos na fila a espera de um transplante, uma nova notícia, entretanto, trouxe esperança para vida do cinegrafista: o irmão Ailton Sampaio passa por avaliações para verificar se pode doador um rim para ele. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AC no WhatsApp 💚 A Campanha Setembro Verde tem como foco o incentivo ao transplantes de órgãos no país promovida pelo Ministério da Saúde (MS). Neste domingo (27), é celebrado o Dia Nacional da Doação de Órgãos, que também busca ampliar as discussões sobre o tema e apresentar as diferentes etapas do processo de doação. Atualmente, Albanir está afastado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e faz hemodiálise três vezes por semana. Ao longo da trajetória com a doença, ele também precisou passar por mais de 12 cirurgias e procedimentos relacionados aos acessos utilizados durante o tratamento, entre cateteres e fístulas. Albanir Sampaio (dir.) espera um rim do irmão Ailton Sampaio (esq.) Arquivo pessoal “Ficamos privados de muita coisa. A hemodiálise deixa a gente fraco, o tempo vai passando e vamos ficando mais debilitados. E os procedimentos também, muito procedimento de colocar cateter, tirar cateter. Eu gostava muito de jogar futebol, agora fico só observando pela TV. A gente vai tentando, levando a vida da melhor forma possível”, disse. O diagnóstico de Albanir veio depois que descobriu que seus rins já apresentavam perda significativa da função. Com o passar dos anos, a doença avançou e o tratamento tornou-se parte permanente da rotina. “No início é um impacto que a gente sente ali. A doutora chega e dizer que você está perdendo a função do rins, que tem apenas 48% e que já é uma doença crônica. E aí, ao longo do tempo, a gente vai fazendo ali os tratamentos. Mas, com a Covid e outros…
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