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Jovem Rio News

Acne na vida adulta: por que as espinhas aparecem depois dos 30 anos e como tratar?

Destaques 12/10/2026 às 07:00
Acne na vida adulta: por que as espinhas aparecem depois dos 30 anos e como tratar?
]]> AP/Erin Hooley, Arquivo Ter poucas espinhas na adolescência não significa estar livre da acne na vida adulta. As lesões podem surgir ou se intensificar depois dos 25 ou 30 anos, afetando principalmente o rosto, mas também regiões como peito, ombros e costas. Foi o que aconteceu com Gillian Maegan Montalbo, profissional de marketing que mora nas Filipinas. Quando adolescente, ela tinha apenas algumas espinhas na testa e no nariz. Já adulta, passou a apresentar lesões frequentes nas bochechas e no queixo, que chegaram a afetar sua autoestima e sua confiança no ambiente de trabalho. Embora seja frequentemente associada à puberdade, a acne é uma doença inflamatória da pele que também atinge adultos, especialmente mulheres. O tratamento depende da gravidade das lesões e dos fatores envolvidos em seu aparecimento. Segundo Crystal Aguh, dermatologista da Escola de Medicina Johns Hopkins, nos Estados Unidos, a condição tem tratamento e não deve ser ignorada, especialmente quando provoca manchas e cicatrizes. Agora no g1 Por que a acne aparece na vida adulta? A acne surge quando os folículos da pele ficam obstruídos por sebo e células mortas, favorecendo a proliferação de bactérias e a inflamação. Entre os fatores associados estão alterações hormonais, predisposição genética, uso de determinados medicamentos, como corticosteroides, e fatores ambientais. A alimentação também pode influenciar o quadro em algumas pessoas, embora essa relação varie. A localização das espinhas pode fornecer pistas sobre suas causas. Na adolescência, as lesões costumam aparecer na testa, no nariz e nas bochechas. Já entre mulheres adultas, a acne com influência hormonal frequentemente se concentra no queixo e na linha da mandíbula. As manifestações também variam: podem surgir cravos, pequenas espinhas inflamadas ou nódulos profundos e dolorosos, com maior risco de deixar cicatrizes. Segundo Aguh, quando as lesões são persistentes e a pele praticamente não apresenta períodos de melhora, é importante procurar avaliação dermatológica. Quais tratamentos funcionam? Nos casos mais leves, dermatologistas podem recomendar produtos com peróxido de benzoíla, ácido salicílico ou retinoides, como o…
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