'Acho que ele matou mesmo': motorista de aplicativo gravou áudio após deixar suspeito de matar casal no DF
Destaques14/10/2026 às 18:58
]]> Suspeito de matar casal no DF mostrou arma a motorista e disse que iria matar amigo Um áudio gravado por um motorista de aplicativo registrou os disparos que mataram Alan Tons, de 26 anos, e Larissa Rodrigues, de 23, em Ceilândia, no Distrito Federal (ouça acima). Segundo a Polícia Civil (PCDF), o motorista havia acabado de deixar Tancredo Pereira da Silva, de 41 anos, perto da casa do casal, na madrugada de domingo (11). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp. O caso ganhou uma reviravolta nesta quarta-feira (14) após a prisão de Tancredo De acordo com a investigação, ele é suspeito de executar as vítimas. Além dele, João Victor Rodrigues Alves de Oliveira, de 22 anos, está preso desde domingo (entenda abaixo). O motorista contou à polícia que, durante a corrida, Tancredo disse que estava indo matar um amigo porque acreditava que ele havia dado em cima de sua namorada. Casal é encontrado morto em casa no DF Reprodução/Redes sociais Ainda de acordo com o motorista, Tancredo chegou a mostrar uma arma de fogo e dois carregadores dentro do carro. O motorista começou a enviar áudios a um amigo depois de encerrar a corrida. Em uma segunda gravação, captou os disparos. Ao ouvir os tiros, ele comentou: “Rapaz, acho que ele matou mesmo”; A polícia conseguiu cruzar o depoimento do motorista com imagens de câmeras de segurança, dados da corrida e registros do trajeto. Segundo o delegado responsável pelo caso, Ataliba Neto, as imagens mostram Tancredo se aproximando do imóvel, entrando no local e fugindo depois. Suspeito negou participação De acordo com a Polícia Civil, Tancredo negou participação no crime durante o interrogatório. Na casa dele, os investigadores não encontraram a arma que teria sido usada nos assassinatos, mas apreenderam roupas que consideraram semelhantes às usadas pelo homem registrado nas imagens. O material ainda precisa passar por análise pericial. A prisão temporária de Tancredo foi decretada pela Justiça por 30 dias, para auxiliar nas investigações. João Victor Rodrigues Alves de Oliveira está preso desde domingo. Segundo a Polícia Civil, ele foi considerado suspeito devido o histórico de desavenças com o casal. João Victor passou…
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