Abel valoriza quarta final de Libertadores com o Palmeiras: "Normalizamos algo muito difícil"
Esportes22/10/2026 às 03:50
]]> Veja a entrevista coletiva de Abel Ferreira após classificação do Palmeiras à final da Libertadores Abel Ferreira chegou à quarta final de Libertadores com o Palmeiras ao eliminar o Fluminense nos pênaltis, nesta quarta-feira, no Nubank Parque. O treinador não escondeu a satisfação por voltar a uma decisão continental e demonstrou confiança no elenco, que, segundo ele, está mais preparado. — A verdade é que ando a tentar bater os próprios recordes e vocês fazem questão de lembrar que não sou bom o suficiente. Sempre procuro minha melhor versão. Queremos ganhar, é um grupo completamente diferente, muito mais jovem do que há dois anos — disse o treinador. — Nossos atletas estão preparados, normalizamos algo muito difícil, chegar na final da Libertadores. Abel Ferreira em coletiva no Nubank Parque Thiago Feri Abel admitiu, porém, que não vive a mesma euforia das primeiras conquistas pelo Palmeiras. O treinador explicou que o sucesso aumentou a pressão por resultados e fez com que chegar a uma final de Libertadores parecesse algo normal. — Pensei que depois de ganhar a primeira seria mais feliz, e é exatamente o contrário, tudo cada vez mais pesado, como se tivesse obrigação de ganhar, como se o Palmeiras tivesse obrigação de ganhar. Não, a obrigação é de dar o melhor. Palmeiras 0 (5) x (3) 1 Fluminense | Melhores momentos | Semifinal | Conmebol Libertadores 2026 A classificação veio com emoção. O Palmeiras perdeu por 1 a 0 no tempo normal e viu desaparecer a vantagem conquistada na partida de ida. Abel Ferreira revelou que não assistiu às cobranças de pênaltis e explicou que adotou um protocolo desenvolvido após experiências anteriores. Mais notícias do Palmeiras: + Carlos Miguel despista sobre "cola" para pegar pênalti: "Não conto para ninguém" Abel Ferreira conversa com jogadores do Palmeiras antes dos pênaltis contra o Fluminense Marcos Ribolli — Todos os pênaltis aqui não vi nenhum. Fiz o trabalho que tinha que fazer com os jogadores, pré, durante a semana, não os preparei para bater, porque em treino nada replica a intensidade emocional de um pênalti em dia de jogo. — Já perdi tantas vezes em pênaltis, criei um protocolo e ponto. E seguimos, fechado,…
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