Abel, do Palmeiras, faz desabafo e não quer mais falar de arbitragem: "Prejudiquei minha imagem"
Esportes01/11/2026 às 22:24
]]> A coletiva de Abel Ferreira após vitória do Palmeiras sobre o Vasco pela Copa do Brasil Abel Ferreira primeiro desconversou, mas fez um longo desabafo sobre sua relação com a arbitragem. O técnico do Palmeiras foi perguntado após a vitória por 1 a 0 sobre o Vasco, na ida da semifinal da Copa do Brasil, da reclamação do adversário de um pênalti não marcado por toque na mão de Barboza. – Não tenho o que falar sobre isso, entendo a pergunta. Poderia me perguntar sobre o Lucas (Evangelista) que levou o braço na cara. Vou deixar para vocês criarem conteúdos, vocês precisam de cliques. São bons lances para vocês fazerem conteúdos – respondeu inicialmente. + Siga o ge Palmeiras no WhatsApp Palmeiras 1 x 0 Vasco | Melhores momentos | Ida da semifinal | Copa do Brasil 2026 Já no fim da entrevista, Abel foi novamente perguntado sobre a jogada e as reclamações do Vasco. O técnico do Palmeiras ficou alguns segundos em silêncio, antes de iniciar uma análise sobre os problemas que teve com a arbitragem em seis anos no Brasil. – Nunca nenhum treinador na história do futebol brasileiro levou jogos como eu levei por reclamar. A conclusão que cheguei, infelizmente, depois de seis ou sete anos, com a experiência que tenho e deveria ter aprendido mais rápido, é bater em ponta de faca. – Quando o futebol deixar de ser político, acredito que as coisas podem melhorar. Só me prejudiquei a defender o Palmeiras. Minha imagem, meu nome e como se só não bastasse, ainda tive o STJD a fazer... se calhar deveria ser mais vezes castigado. Não vou falar mais dos árbitros – reforçou. Mais notícias do Palmeiras: + Quem foi bem no jogo? Quem foi mal? Dê suas notas! + PC Oliveira diz que Barboza cometeu pênalti no confronto Abel Ferreira em Palmeiras x Vasco Marcos Ribolli Abel prosseguiu seu discurso citando as 15 expulsões que teve à frente do Palmeiras. Ele reforçou que muitas não tiveram relação com o placar do jogo, e defendeu que os árbitros, assim como jogadores e treinadores, também sentem o cansaço ao fim da temporada. – Não tenho nada contra nenhum deles porque nem sequer os conheço. Meu espírito competitivo e às vezes a injustiça que estou a ver faz com que tenha comportamentos que…
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