A nomeação de assessor para cargo na Casa Branca que indica endurecimento de Trump após eleição
Destaques07/11/2026 às 12:18
]]> Linha-dura e 'pai' do muro na fronteira dos EUA: quem é o novo chefe de gabinete de Trump Após a derrota esmagadora do Partido Republicano nas eleições de meio de mandato de terça-feira (03/11), Donald Trump disse que estaria disposto a trabalhar com os democratas, que recentemente ascenderam ao poder no Congresso. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Na sexta-feira (06/11), porém, ele nomeou Stephen Miller, seu implacável operador político e conselheiro de longa data, para substituir Susie Wiles como chefe de gabinete da Casa Branca. Longe de ser um gesto de conciliação com o Congresso, a promoção de Miller pode ser um sinal de que o presidente está se preparando para uma batalha política ao nomear um partidário incendiário para o cargo mais importante da Casa Branca. "A missão agora está mais clara do que nunca: lutar com todas as nossas forças para apoiar nosso presidente e defender esta magnífica república", publicou Miller no X, acrescentando que estava "imensamente honrado" por ter sido a escolha de Trump para a posição. Stephen Miller, nomeado novo chefe de gabinete do governo Trump em 6 de novembro de 2026. Getty Images via BBC Um dos cargos mais poderosos em Washington, o de chefe de gabinete é o guardião do presidente, o definidor da agenda na Casa Branca e o principal negociador com o Congresso e outros interesses políticos externos. "Stephen Miller está comigo desde o início", disse Trump em declarações à imprensa após anunciar a mudança em seu site Truth Social. "Ele entende a situação." Miller é mais conhecido por ser a força motriz por trás das políticas agressivas de imigração do governo Trump, que incluíram o aumento do financiamento para operações de fiscalização em todos os Estados Unidos. Ele foi notícia quando chamou Alex Pretti, que foi morto a tiros por agentes federais de imigração durante uma grande operação de deportação em Minneapolis, de "terrorista doméstico" e "assassino". Mais tarde, ele se retratou por suas palavras, dizendo que os agentes federais "podem não ter seguido" o protocolo adequado. Segundo relatos, ele também desempenhou um papel de liderança nas operações militares dos EUA na Venezuela e…
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