A maldição do "novo Messi": as apostas gringas que fracassaram no Brasil com rótulo de craque
Esportes06/10/2026 às 14:00
]]> Ancelotti elogia mudança no limite de estrangeiros do Brasileirão: "Muito positiva" Com o mercado aberto a estrangeiros nos últimos anos, os clubes do Brasil passaram a garimpar talentos na América do Sul com mais frequência. Muitas vezes, achavam ter encontrado ouro, mas estavam enganados. A busca por um novo Messi começou pouco depois de o argentino se tornar um astro na Espanha. Entre os que desembarcaram no Brasil, ninguém chegou perto do camisa 10. Nos próximos anos, os clubes brasileiros precisarão ser mais certeiros em suas investidas por jogadores de fora, já que a CBF aprovou uma norma que restringirá o número de estrangeiros nos torneios nacionais – hoje, são nove por partida, mas serão só cinco em 2030. Relembre alguns dos “Novos Messis” que chegaram com grandes expectativas, mas foram embora como frustrações: Matías Defederico (Argentina) O argentino, que tinha se destacado no Huracán ao lado de Javier Pastore em 2009, chegou ao Corinthians e foi apresentado com a camisa 10 – num time que, naquele momento, já tinha a estrela de Ronaldo. Foi quem abriu caminho para todos os “Novos Messis” que chegariam ao Brasil na sequência. Custou cerca de US$ 4 milhões e jamais fez jus às expectativas criadas. Foram só três gols marcados até ser emprestado ao Independiente, em 2011. A carreira nunca deslanchou. Defederico Corinthians 2010 Daniel Augusto Jr / Agência Estado Voltou a jogar no Huracán, depois defendeu clubes do Oriente Médio, da Turquia, do Equador, até se aposentar, em 2021, aos 32 anos. No Brasil, ainda se meteu numa polêmica: o meia alugou um apartamento que pertencia ao técnico Tite, mas deu calote. O caso chegou a ser levado à Justiça e foi encerrado num acordo. Patito Rodríguez (Argentina) Patrício Rodriguez, o Patito, foi contratado pelo Santos com o aval de Neymar, em julho de 2012. Tinha chamado a atenção no Independiente, era driblador e parecia ser o parceiro ideal para a principal estrela do país na época. Patito Rodríguez e Neymar no Santos Ricardo Saibun / Divulgação Santos FC Não deu certo no clube da Vila Belmiro, com poucos jogos e poucos gols. Foi emprestado algumas vezes até deixar o clube em 2016. Nos últimos anos, construiu…
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