55 anos de história da segurança patrimonial no Brasil
Destaques30/10/2026 às 11:00
]]> A segurança patrimonial brasileira nasceu junto com as primeiras regras que o país criou para a atividade. Em 1969, o Decreto-Lei nº 1.034 estabeleceu medidas de segurança para instituições financeiras, e, em 1970, o Decreto nº 1.103 o complementou, detalhando as exigências para o setor. Foi nesse mesmo ano que surgiu a SEGVAP, acompanhando de perto, desde o primeiro dia, a transformação de uma atividade improvisada em um segmento regulamentado, tecnológico e orientado por gestão de risco. Anos 1970: o início da regulamentação Os primeiros normativos tinham como foco a proteção de bancos e instituições financeiras, que enfrentavam uma onda de assaltos. A partir deles, a vigilância deixou de ser apenas uma iniciativa de cada empresa e passou a ter regras mínimas, um olhar do Estado e exigências de organização. Ao mesmo tempo, o país vivia forte industrialização e urbanização. Fábricas, comércio e grandes empreendimentos se multiplicavam e, com eles, a necessidade de proteger instalações e pessoas. A SEGVAP surgiu nesse cenário, com a proposta de tratar a proteção como serviço profissional, e não como solução provisória. Segvap Divulgação Anos 1980 e 1990: ampliação e formação A regulamentação ganhou alcance com a Lei nº 7.102, de 1983, que passou a disciplinar o funcionamento das empresas de vigilância e de transporte de valores, além da segurança dos estabelecimentos financeiros. A formação obrigatória dos vigilantes, o registro profissional, a autorização para operar e a fiscalização elevaram o padrão do mercado e separaram, aos poucos, as operações sérias das informais. Para as empresas que já investiam em preparo, foi um período de consolidação. A SEGVAP ampliou sua atuação, estruturou rotinas de treinamento e passou a atender operações mais complexas, nas quais padronização e confiabilidade eram decisivas. Anos 2000: tecnologia e integração A chegada das câmeras digitais, dos alarmes monitorados e do controle de acesso empresarial eletrônico mudou a lógica da proteção. A tecnologia passou a complementar a presença humana, ampliando o alcance da vigilância e gerando registros que antes não existiam. O vigilante deixou de atuar sozinho: passou a trabalhar…
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