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30 anos sem Renato Russo: parceiros da Legião falam do legado do artista e da saudade do amigo: 'Generoso e magnético'

Rio de Janeiro 11/10/2026 às 07:02
30 anos sem Renato Russo: parceiros da Legião falam do legado do artista e da saudade do amigo: 'Generoso e magnético'
]]> Fazia sol no Rio de Janeiro na manhã daquela sexta-feira, 11 de outubro, quando uma rádio anunciou a morte de Renato Russo, com apenas 36 anos. Enquanto amigos e familiares corriam para o apartamento do artista no bairro de Ipanema, onde ele passou isolado as últimas semanas de vida, debilitado pelo HIV, o Brasil já chorava a despedida do líder da Legião Urbana. Fã nenhum esquece aquele dia. Passados 30 anos, nem Renato, nem sua obra que atravessou gerações foram esquecidos. Quem conviveu com o cantor, no palco e na vida, sabe a força do seu legado e de sua presença. "O Renato ocupa um espaço muito grande no meu 'presente'. Ele está presente constantemente no carinho dos fãs que cruzo pelas ruas quando tentam me lembrar da importância do trabalho que fizemos juntos na Legião Urbana. Mas eu gosto de lembrar dos momentos felizes que a gente teve e que foram muitas risadas e muito trabalho sério dedicado às nossas ideias", diz o baterista Marcelo Bonfá, um dos fundadores da banda. Hoje professor, galã dos anos 80 celebra 78 anos com filhos que teve com Elizabeth Savalla Filho de Cássia Eller faz música em homenagem ao pai que morreu aos 33 anos: 'Você nunca saberá' Galerias Relacionadas 'Diferente, especial, magnético' O guitarrista Dado Villa-Lobos, também fundador da Legião, destaca qualidades do amigo que nem todo mundo conhecia: "Renato era esse cara diferente, especial, magnético, e eu posso dizer, muito generoso e que acreditava no potencial das pessoas e de como a gente trabalhava junto. Ele era esse cara que a gente conhece com aquela voz incrível e com aquela interpretação das canções de um jeito muito especial, aquele alcance vocal. Ele era um cara definitivamente especial mesmo". Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos LEO AVERSA 'Sonho adolescente que foi realizado', diz Dado Do primeiro disco da Legião Urbana, lançado em 1985, ainda um pouco desacreditados pela gravadora, ao último, já póstumo, de 1997, foram mais de 20 milhões de cópias vendidas. No repertório, músicas que questionavam "que país é este?", clássico do terceiro álbum, ou "como é que se diz eu te amo?", na balada "Vamos fazer um filme". "O legado são esses 13 anos de banda que produziu…
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